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O que são Doenças Raras?

As Doenças Raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição.

O conceito de Doença Rara (DR), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são doenças que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1.3 para cada 2 mil pessoas.

Existem de seis a oito mil tipos de Doenças Raras, em que 30% dos pacientes morrem antes dos cinco anos de idade; 75% delas afetam crianças e 80% têm origem genética. Algumas dessas doenças se manifestam a partir de infecções bacterianas ou causas virais, alérgicas e ambientais, ou são degenerativas e proliferativas.

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Câncer - ENVELHECIMENTO E MAIOR IDH INFLUENCIAM


Dos 516 municípios onde os tumores matam mais, 80% ficam no Sul (275) e Sudeste (140). No Nordeste, estão 9% desses municípios (48); no Centro-Oeste, 7% (34); e no Norte, 4% (19). Ao todo, essas cidades concentram uma população total de 6,6 milhões de habitantes. Onze municípios são considerados de grande porte, sendo Caxias do Sul (RS) o mais populoso deles, com quase meio milhão de habitantes.
Série:



ENVELHECIMENTO E MAIOR IDH INFLUENCIAM


O que é IDH ?

O Câncer pode ser considerado uma doença vinculada ao desenvolvimento e à modernização em sociedade, assim tal mudança nos indicadores desses municípios reflete o novo perfil epidemiológico do Brasil, na avaliação da presidente da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), Merula Steagall.

— Dentre as hipóteses que justificam esses números estão: o aumento da expectativa de vida e consequente mudanças genéticas decorrentes do envelhecimento da população; e o comportamento não saudável de milhões de brasileiros, que ainda são adeptos do consumo do tabaco, não realizam atividades físicas, sofrem com os efeitos da obesidade ou se expõem ao sol de forma excessiva e sem proteção — analisa a especialista.

Para Steagall, ao contrário de doenças infectocontagiosas, que sugerem a falência do sistema em seu nível básico, com dificuldade de fazer o rastreamento de casos e de ampliar a cobertura vacinal, o aumento do número de casos de Câncer também pede sua explicação na melhoria do acesso á saúde: 'Os métodos de diagnóstico estão mais sofisticados, e isso tem facilitado a descoberta precoce dos tumores'.

Para Tiago Cepas Lobo, pesquisador do Observatório de Oncologia e um dos autores do estudo, o próximo passo é realizar mais estudos para entender melhor as causas do Câncer nessas localidades e traçar estratégias em conjunto.


— Os lugares onde o Câncer é a primeira causa de morte concentram-se 69% dos hospitais de referência, então, claro, existe nessas localidades um melhor diagnóstico. Em outras regiões, as pessoas morrem de Câncer sem sequer saber que estão com Câncer. Mas precisamos entender mais a fundo o que faz com que os óbitos se concentrem nas regiões de mais assistência. 'A saida a longo prazo é a prevenção'. — afirma Lobo.

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Referências:
Observatório de Oncologia



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